
Holding Familiar é a forma mais eficiente de Planejamento Sucessório quando levamos em consideração fatores econômicos, patrimoniais e tributários.
O sistema de Holding familiar representa uma mudança de cultura e de paradigma. Como nós, pessoas físicas, não temos vida eterna, não deveríamos ter bens em nosso nome. Digo isso porque a pessoa física morre, mas a pessoa jurídica não precisa “morrer”.
O foco no sistema de Holding Familiar é garantir que o dono do patrimônio hoje, continue sob o absoluto controle de seus bens SEMPRE.
O sistema funciona como um COFRE. Os bens que estão em nome da pessoa física migram para a pessoa jurídica, mas uma pessoa jurídica diferente, que não realiza nenhuma atividade econômica, mas apenas vai guardar os bens (um COFRE).
A pessoa física não fica sem patrimônio, continua com os mesmo valores, mas ao invés dos bens que tinha, fica com quotas do capital social da pessoa jurídica (a CHAVE do COFRE).
Em vida é feita a doação das quotas aos Filhos, mas os Pais conservam o domínio sobre os bens, pois estes agora pertencem ao COFRE e eles continuam controlando a chave do cofre. Esse sistema é feito nos exatos termos da lei.
Quando os Pais falecem, o gatilho do sistema dispara e os filhos assumem o controle de tudo automaticamente, sem depender do Poder Judiciário (sem inventário).
Não precisa fazer inventário e o patrimônio é transferido automaticamente com o falecimento.
Prazo de apenas 2 meses para execução do Planejamento Sucessório por Holding Familiar.
Com Holding Familiar a eficiência tributária pode chegar a 70% em alguns casos, o que significa pagar menos impostos.
A economia em termos de custos de realização, comparado com inventário pode chegar a 74% a menos.
Além disso, o sistema de Holding Familiar protege o patrimônio da família de execuções por dívidas, de revés financeiro, crise econômica e ações trabalhistas.